Quantas vezes penso que o melhor é o fim.
O fim nunca é o fim, á sempre um novo recomeço, seja ele qual for.
Pode não ser o melhor recomeço, mas é sempre outra forma de começar.
O pior disto tudo é o medo que temos desse novo recomeço.
Na adolescência todo o fim é intemporal no principio.
Choramos e gritamos pela dor sentida.
Dor essa psicológica que se desenvolve a nível físico,
E vai crescendo no nosso coração.
Vejo o fim a aproximar-se, temo-o, agito tudo para ver se ele se afasta...
As forças estão a faltar, a esperança a acabar.
Quero ver no que isto vai dar.
FIM
Sou rara ao meu jeito, mesmo que inútil aos olhos dos outros. Este blogue é fruto dos meus curtos pedaços de (in)consciência. Não o fiz para ser lido por ti, apenas foi mais um devaneio mental. Estes aglomerados de letras que compõem frases não muito extensas estão aqui para mostrar ate que ponto o meu pensamento se estende, até que ponto a minha raiva diminui e aumenta, até que ponto o meu coação samba, até que ponto eu sou eu. Não tenhas medo, eu não sou má pessoa, sou apenas estúpida.
quinta-feira, 31 de março de 2011
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